Ahhh, Simpsons. Um dos mais antigos programas televisivos que continua em exibição, e um que me traz belas lembranças de infância por causa do tempo em que o desenho passava no domingo de manhã na Globo. É engraçado que quando criança eu não entendia nem metade das piadas e das referências, mas como todo mundo eu adorava os Simpsons de qualquer forma.
Imagina minha surpresa ao ver isto:

Evidentemente, tive que alugar pra resenhar aqui pra vocês.
O filme começa com dois sujeitos mal-encarados se encontrando embaixo de uma ponte, evidentemente conduzindo algum tipo de atividade ilegal.

Como sempre é o caso com essas resenhas, se aparecem dois caras sozinhos numa cena eu já fico apreensivo achando que peguei o filme errado.
O cara da jaqueta verde produz um saco de papel de onde você imagina que ele tirará um papelote de cocaína ou algo assim, mas na verdade é uma rosquinha. Você descobre que o outro cara é o Homer, e ele troca uma sex tape da Marge pelo saco de rosquinhas — o que me parece uma péssima troca, mas o Homer é meio burro mesmo.
Entra a abertura do filme, mostrando os créditos dos atores envolvidos.

Na primeira cena, vemos a Marge brincando na frente do espelho com a câmera nova do Homer.

Do nada ela começa a se empolgar e vai tirando a roupa, me mostrando o primeiro par de peitos amarelhos que já vi na vida. Marge leva o Homer pra sala e, naquele sofá icônico, tenta seduzi-lo a fazer uma sex tape.

E começa a putaria. Pra convencer o Homer, a Marge engatinha até o marido e engloba seu joromalho dentro de sua boca. É um boquete compenetrado, com a seriedade de uma final de Brasileirão. Essa atriz, a Andy San Dimas, realmente manja da arte. O oral dela nessa cena, que em determinado momento conta até com ajuda sincronizada de ambas as mãos, é classe A.
Só que o casal é interrompido metalinguisticamente quando a TV começa a passar a paródia pornô do McBain (aquela paródia do Schwarzenegger). Uma paródia de uma paródia dentro de uma paródia!

No filme, McBain mata o vagabundo e começa a se esfregar na menina aí do seu lado. Prontamente (como manda o roteiro de todo pornô), a garota aquece as turbinas aplicando um boquete de nível profissa, embora ainda não chegue no nível do bolagato da Marge. Em um determinado momento a menina fica com a cabeça completamente estática, enquanto McBain faz amor vigorosamente com a goela dela.
McBain cata a menina do nada, deita-a numa mesa próxima e passa a rola — alternando de vez em quando com umas linguagas na buça amarela da garota. Após uns 10 minutos de meteção supersônica, McBain completa esporrando no bumbum da parceira (que vai e esfrega no próprio rego como se fosse hipoglós). E a cena da paródia dentro da paródia acaba.
Voltamos à sala dos Simpsons. A Marge está arrumando a casa ou algo assim.

A Marge vai se empolgando de novo e esquece suas tarefas domiciliares pra mostrar a bunda pra câmera do Homer. De repente, aparece o Moe do nada.

E o barman preferido do Homer invadiu seu domicílio pra pegar a câmera emprestada, porque aparentemente ele tem um encontro naquela noite.

Moe trouxe Cookie Kwan, a agente imobilária de Springfield, pra avaliar seu apartamento para venda. Como pode-se ver pela imagem acima, ele está escondendo a câmera do Homer para capturar as ações libidinosas que tinha em mente.
E deu certo, porque a japinha vai logo sentando no colo dele e tirando a roupa. A menina está nua segundos mais tarde e com as pernas escancaradas, e o Moe dedilha sua genitália com habilidade que faria inveja ao Jimmy Hendrix. E logo em seguida, tome rola na boca da Cookie!
Primeiro, a técnica de boquete com duas mãos que parece ser a regra no filme. Depois, o Moe enfurna o robalo de cabeça vermelha na buceta da japa, mas tira logo em seguida e goza na cara dela. A uma distância impressionante, devo acrescentar. Mas foi uma cena super curtinha; creio que a intenção disso é zoar o pobre Moe, o personagem mais esculachado da série.
E voltamos ao domicílio Simpson, onde Homer e Marge tentam, mais uma vez, trepar em paz.

Marge arreganha as pernas e averiguamos mais uma vez que tinta guanche na buceta deve fazer um mal danado, porque nenhuma das atrizes pintou tal área.
Homer fica de joelhos e vemos uma cena em primeira pessoa dele chupando a Marge. O nome desse tipo de tomada é “POV”, ou “point of view”. Existem muitos vídeos POV que mostram o cara comendo a mulher ou sendo chupado por ela, nunca havia visto um em que o malandro lambe a xereca da garota.
A cena corta e vemos Homer metendo em sua esposa na tradicional posição “frango assado”. Por um momento achei que rolou um cuzinho, mas foi apenas ilusão de ótica. A tomada é POV novamente, e vemos inclusive o proeminente bucho do Homer.
Marge retoma a posição boquetística (de novo com as duas mãos) até levar uma esporrada “invisível” na goela. Digo “invisível” porque o Homer (que aliás nunca aparece, está sempre por trás da câmera) gozou dentro da boca da Marge, em vez de na cara como é de costume.
E assim termina o filme. Dou 3.5 punhetas de 5, só perdeu alguns pontos por ser uma perversão traumatizante de um desenho que eu assisti durante minha infância.





















