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	<title>Comentários sobre: Ex gay existe?</title>
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	<description>Bobagem pouca é bobagem...</description>
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		<title>Por: Ivana</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-132360</link>
		<dc:creator>Ivana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 05:42:11 +0000</pubDate>
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		<description>Lamentável pessoas subestimando o poder do Todo Poderoso. Do Criador dos céus e da terra. Isto é Falta de Fé.
Tal Falta ocorre até nas igrejas. Tanto que há muitos crentes com suas vidas fracassadas, pois não têm Fé na hora da tribulação. 
Fé é a certeza de que não há impossível para Deus. Ter a certeza de que Ele habita em mim, a tal ponto de poder declarar: &quot;quem vier me ofender com Deus vai ter que guerrear&quot;, pois, independentemente das circunstâncias, DEUS É COMIGO.
Só Ele pode e colocará os meus inimigos embaixo da planta dos meus pés.  Logo, as pessoas, mesmo incrédulas, deveriam pensar mais antes de apontar e criticar uma pessoa temente a Deus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lamentável pessoas subestimando o poder do Todo Poderoso. Do Criador dos céus e da terra. Isto é Falta de Fé.<br />
Tal Falta ocorre até nas igrejas. Tanto que há muitos crentes com suas vidas fracassadas, pois não têm Fé na hora da tribulação.<br />
Fé é a certeza de que não há impossível para Deus. Ter a certeza de que Ele habita em mim, a tal ponto de poder declarar: &#8220;quem vier me ofender com Deus vai ter que guerrear&#8221;, pois, independentemente das circunstâncias, DEUS É COMIGO.<br />
Só Ele pode e colocará os meus inimigos embaixo da planta dos meus pés.  Logo, as pessoas, mesmo incrédulas, deveriam pensar mais antes de apontar e criticar uma pessoa temente a Deus.</p>
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		<title>Por: Clemer</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-112862</link>
		<dc:creator>Clemer</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 21:01:53 +0000</pubDate>
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		<description>Acredito sim. A pessoa precisa ouvir os planos de Deus para o ser humano, conhecendo a verdade e entendendo, sera liberta de qualquer vontade contra Deus. Nada é impossivel para Deus, se a pessoa quer mudar de vida, Deus fará um milagre na vida dela!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito sim. A pessoa precisa ouvir os planos de Deus para o ser humano, conhecendo a verdade e entendendo, sera liberta de qualquer vontade contra Deus. Nada é impossivel para Deus, se a pessoa quer mudar de vida, Deus fará um milagre na vida dela!!</p>
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	<item>
		<title>Por: WALLACE PROCÓPIO</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-111655</link>
		<dc:creator>WALLACE PROCÓPIO</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 17:46:07 +0000</pubDate>
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		<description>Como já foi bastante comentado por aki... é possível sim q essa mudança ocorra... E isto está comprovado científicamente, por estudos entre pisiquiatras, psicólogos, sociólogos, antropólogos e entre outros... 
O q não foi comprovado é como q surge a homossexualidade na pessoa...
Mas em relação ao abandono deste estilo de vida, em verdade, com a mente e com o coração... É possível sim.

Se é possível isso, com o auxílio de homens...

Imaginem, com o auxílio de Deus...

Gente... Eu sei q muitos não acreditam, q muitos não se alimentam das coisas q vem d Deus... mais independente dessas pessoas... Deus está aí, no controle de td, criando, transformando, operando milagres, trazendo cura e libertação, pra aqueles q acreditam no seu poder, e são muuuuuuuitos testemunhos, tantos q nem se podem contar.
Se esse povo não recebeu nenhuma benção se quer de Deus, é pq simplesmente não creem nele, e estão frustrados por isso...
Mas se um homossexual crer q Deus pode transformá-lo e libertá-lo da homossexualidade, q para ele no momento são prisões, imaginem se Deus não vai mudar essa pessoa??!! Logo Deus, que quer o nosso melhor, a nossa felicidade, a nossa paz e a nossa semelhança com Ele, em pensamentos e atitudes. Qe trabalha de acordo com a nossa Fé NEle, e por mais q pra Homens (q inclusive já comprovaram ser possível) isso seja impossível, Pra Deus... isso é fichinha..

Gente.. Impossível foi abrir o Mar vermelho no meio, foi o pequeno Davi q nem alistado no exercito era vencer o Gigante Golias, foi multiplicar 5 pães e 2 pequenos peixes pra alimentar e saciar uma multidão de gente, foi o  Apóstolo Pedro andar sobre as águas, foi Cristo Ressuscitar depois de 3 dias de morto, etc, etc e etc... 

E pra Deus Isso foi possível... A transformação da sexualidade de uma pessoa perto de td issoo... Não é nada...

Pensem bem antes de falar, comentar ou julgar qualquer coisa... Cuidado com os mitos q se falam por aí... 
Pq isso é só conversa, é o q vc acha... e os milagres de Deus não são &quot;Balela&quot; nem &quot;conversas infames&quot;, eles são REALIDADE, aconteceram e continuam a acontecer p/ aqueles q creem... e se vc não crê, coitado(a), seja mais esperto(a), pq vc não sabe o q está perdendo!!!!

Muito bom esse tópico

Um Abraço a todos...

Foi um prazer comentar...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como já foi bastante comentado por aki&#8230; é possível sim q essa mudança ocorra&#8230; E isto está comprovado científicamente, por estudos entre pisiquiatras, psicólogos, sociólogos, antropólogos e entre outros&#8230;<br />
O q não foi comprovado é como q surge a homossexualidade na pessoa&#8230;<br />
Mas em relação ao abandono deste estilo de vida, em verdade, com a mente e com o coração&#8230; É possível sim.</p>
<p>Se é possível isso, com o auxílio de homens&#8230;</p>
<p>Imaginem, com o auxílio de Deus&#8230;</p>
<p>Gente&#8230; Eu sei q muitos não acreditam, q muitos não se alimentam das coisas q vem d Deus&#8230; mais independente dessas pessoas&#8230; Deus está aí, no controle de td, criando, transformando, operando milagres, trazendo cura e libertação, pra aqueles q acreditam no seu poder, e são muuuuuuuitos testemunhos, tantos q nem se podem contar.<br />
Se esse povo não recebeu nenhuma benção se quer de Deus, é pq simplesmente não creem nele, e estão frustrados por isso&#8230;<br />
Mas se um homossexual crer q Deus pode transformá-lo e libertá-lo da homossexualidade, q para ele no momento são prisões, imaginem se Deus não vai mudar essa pessoa??!! Logo Deus, que quer o nosso melhor, a nossa felicidade, a nossa paz e a nossa semelhança com Ele, em pensamentos e atitudes. Qe trabalha de acordo com a nossa Fé NEle, e por mais q pra Homens (q inclusive já comprovaram ser possível) isso seja impossível, Pra Deus&#8230; isso é fichinha..</p>
<p>Gente.. Impossível foi abrir o Mar vermelho no meio, foi o pequeno Davi q nem alistado no exercito era vencer o Gigante Golias, foi multiplicar 5 pães e 2 pequenos peixes pra alimentar e saciar uma multidão de gente, foi o  Apóstolo Pedro andar sobre as águas, foi Cristo Ressuscitar depois de 3 dias de morto, etc, etc e etc&#8230; </p>
<p>E pra Deus Isso foi possível&#8230; A transformação da sexualidade de uma pessoa perto de td issoo&#8230; Não é nada&#8230;</p>
<p>Pensem bem antes de falar, comentar ou julgar qualquer coisa&#8230; Cuidado com os mitos q se falam por aí&#8230;<br />
Pq isso é só conversa, é o q vc acha&#8230; e os milagres de Deus não são &#8220;Balela&#8221; nem &#8220;conversas infames&#8221;, eles são REALIDADE, aconteceram e continuam a acontecer p/ aqueles q creem&#8230; e se vc não crê, coitado(a), seja mais esperto(a), pq vc não sabe o q está perdendo!!!!</p>
<p>Muito bom esse tópico</p>
<p>Um Abraço a todos&#8230;</p>
<p>Foi um prazer comentar&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: priscila</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-88011</link>
		<dc:creator>priscila</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 03:59:04 +0000</pubDate>
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		<description>acreditoo q sim q esse DEUS pode restaurar libertar do homossexualismo pq entendo q é demoniaco estas coisas e acho q tdos ser humano sem DEUS corre o risco de sentir atração pelo mesmo sexo n adianta uns engraçadinhos falar mal esses saõs os piores q esta virandoo os olhos!!!!e eles já esta falando DEUS DO impossivel vAmos pela logica!!!!! se fosse um ex pedofolo, um ex ladão, ex bebâdo etc tos acreditam!!! e ai então vc acha q DEUS é pequeno!! e satánaz a pomba gira é maior então lamentoo pela sua vida seu iporcritaaaaaaa!!!!!!!!!!!!
DEUS DO POSSIVEL E DO IMPOSSIVEL!!!!!!!!!!
DEUS TB PODE TE LIBERTAR N SÓ´DISSO MAIS DE DOENÇÃS ELE Q TE SARAR E TE CURAR N DUVIDE N PQ ESSE DEUS E GRANDE..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>acreditoo q sim q esse DEUS pode restaurar libertar do homossexualismo pq entendo q é demoniaco estas coisas e acho q tdos ser humano sem DEUS corre o risco de sentir atração pelo mesmo sexo n adianta uns engraçadinhos falar mal esses saõs os piores q esta virandoo os olhos!!!!e eles já esta falando DEUS DO impossivel vAmos pela logica!!!!! se fosse um ex pedofolo, um ex ladão, ex bebâdo etc tos acreditam!!! e ai então vc acha q DEUS é pequeno!! e satánaz a pomba gira é maior então lamentoo pela sua vida seu iporcritaaaaaaa!!!!!!!!!!!!<br />
DEUS DO POSSIVEL E DO IMPOSSIVEL!!!!!!!!!!<br />
DEUS TB PODE TE LIBERTAR N SÓ´DISSO MAIS DE DOENÇÃS ELE Q TE SARAR E TE CURAR N DUVIDE N PQ ESSE DEUS E GRANDE..</p>
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		<title>Por: Claudemiro Soares</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-84563</link>
		<dc:creator>Claudemiro Soares</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 14:59:51 +0000</pubDate>
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		<description>Em geral, o termo &#039;ex-gay&#039; é utilizados para designar indivíduos que supostamente deixaram de sentir atração pelo mesmo sexo e, por isso, renunciaram à identidade gay e interromperam definitivamente os relacionamentos homossexuais. Esse assunto mereceu um capítulo completo da obra do Dr. Luiz Mott. O Dr. Mott, antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia, em seu livro &#039;Crônicas de um Gay Assumido&#039;, afirma que sua experiência pessoal convivendo com milhares de homossexuais provam que “existem sim ex-homossexuais.” Ele destaca, ainda, que existem “inúmeros casos documentados” de pessoas que mudaram a orientação sexual. Assim, o antropólogo concluiu que qualquer pessoa pode “experimentar novas performances eróticas e abandoná-las ou persistir naquelas que produzem maior prazer.” Ainda segundo o Dr. Mott, sua experiência e as pesquisas científicas confirmam que &quot;ninguém está inexoravelmente preso a um destino sexual&quot;.

Além do Dr. Mott, a sexóloga Marta Suplicy também parece acreditar que homossexuais insatisfeitos com a atração pelo mesmo sexo podem mudar. Em seu livro Sexo para adolescentes, a Dr. Suplicy declarou que os homossexuais podem se tornar heterossexuais se forem “ajustados com tratamento psicológico”. Ela afirma que essa mudança é ainda mais fácil se iniciada precocemente, “antes de a preferência sexual estar firmemente estabelecida.” Nesse sentido, o Dr. Wunibald Muller, em seu livro Pessoas Homossexuais afirma que “só em poucos casos a homossexualidade possui raízes profundas na pessoa.”

De acordo com o ponto de vista do Dr. Robert Kronemeyer,  a Dra. Marta Suplicy tem razão. O Dr. Kronemeyer diz que os homossexuais podem ser ajustados com tratamento psicoterapêutico. Em seu livro Overcoming Homosexuality12, ele afirma que aproximadamente 80% dos gays e homossexuals que procuraram voluntariamente esse tratamento conseguiram se livrar da homossexualidade e alcançaram um nível satisfatório e saudável de ajustamento heterossexual. 

A Drª. Rinna Riesenfeld concorda com a idéia de que é mesmo possível mudar a orientação sexual. Em seu livro Papai, Mamãe, Sou Gay!, ela diz que “não somos rígidos e fixos, por isso, mesmo que em nós predominem a heterossexualidade ou a homossexualidade, temos a possibilidade de nos relacionar das duas maneiras.”

Para Fabrício Viana, psicólogo e autor do livro O Armário, o desejo é maleável. Ele defende a idéia de que uma pessoa pode ter o desejo sexual orientado por alguém do mesmo sexo em um momento e depois passar a desejar alguém do sexo oposto. O Dr. Fabrício Viana entende que “em sexualidade humana, tudo é possível”. 

Existem ainda muitos estudos nas áreas da Psicologia, Sexologia, Antropologia e Sociologia que comprovam a possibilidade de mudança da orientação sexual. Essa possibilidade é reconhecida também por especialistas da Sociologia. Marina Castañeda, por exemplo, autora do livro A Experiência Homossexual, declara que “a orientação sexual pode mudar em um dado momento.”

A mudança de orientação sexual na história recente


Desde o início do século 19, psiquiatras, psicólogos, endocrinologistas e pesquisadores de várias partes do mundo investigam os tratamentos para a homossexualidade. Algumas vezes, esses tratamentos envolviam procedimentos duvidosos. Apesar disso, muitas abordagens terapêuticas auxiliaram centenas de pessoas a se livrar da homossexualidade. Veja a seguir um breve histórico do tratamento da homossexualidade durante os últimos séculos.

Em 1892, um neurologista estadunidense chamado Graeme M. Hammond recomendou longos passeios de bicicleta para o tratamento da homossexualidade. O Dr. Hammond acreditava que o desejo homossexual era provocado por um esgotamento nervoso e que os exercícios físicos na bicicleta poderiam restaurar a saúde e a heterossexualidade.

Por volta do ano de 1897, o Dr. Albert von Schrenck-Notzing, um terapeuta alemão, desenvolveu uma abordagem terapêutica para o tratamento da homossexualidade que envolvia muitas sessões de hipnose, ingestão de bebidas alcoólicas e visitas a bordéis.
Ainda no final do século 19, o Dr. Denslow Lewis, um médico americano, entendia que a homossexualidade era desencadeada por fatores socioeconômicos. Ele acreditava na cura do homossexualismo por meio da aplicação de várias drogas. O tratamento desenvolvido pelo Dr. Lewis funcionou em muitos casos.

Em 1920, Sigmund Freud, o “pai da psicanálise”, relatou o tratamento de uma mulher que havia sido encaminhada ao terapeuta pelos próprios pais. De acordo com o relato de Freud, a paciente não demonstrava nenhum incômodo com a própria homossexualidade. Embora acreditasse que a homossexualidade pudesse ser tratada, Freud estava seguro de que esse tratamento não seria nada fácil. 

Em 1929, um estudo anônimo publicado na Suíça afirmava que a castração poderia curar a homossexualidade. De acordo com esse estudo, oito prisioneiros haviam sido castrados com vistas de eliminar problemas com a libido. Dentre os prisioneiros mencionados no estudo suíço, pelo menos cinco haviam sido curados de “anomalias” como exibicionismo e homossexualismo.

Ainda em 1929, o Dr. John F. W. Meagher afirmava que nem todos os homossexuais podem sair dessa condição e que a “homossexualidade congênita” não poderia ser tratada facilmente com drogas ou cirurgias. Apesar disso, o Dr. Meagher destacava que a homossexualidade “adquirida” poderia ser eliminada em alguns casos. Segundo o Dr. Meagher, o sucesso do tratamento dependia da força de vontade do paciente em mudar sua orientação sexual. 

O historiador Geoffrey Cocks afirmou que por volta de 1940, o regime nazista do Terceiro Reich realizou testes para curar a homossexualidade a partir da implantação de glândulas sexuais em pessoas que sentiam atração pelo mesmo sexo.

Em 1955 a Associação Médica Britânica publicou um estudo referindo-se à homossexualidade como um problema essencialmente social e relevante. O estudo sugeria que a homossexualidade poderia ser tratada em alguns casos por meio de psicanálise, psicoterapias não-analíticas, terapia em grupo e medicamentos.

O psicanalista Clifford Allen divulgou em 1958 uma variedade de casos de cura da homossexualidade por meio da psicoterapia. Embora tenha reconhecido que em alguns casos as pessoas não tivessem alcançado cura completa, o Dr. Allen afirmou que elas prosseguiam no caminho da normalidade. De acordo com o psicanalista, os pacientes desenvolviam a atração pelo sexo oposto e pretendiam se casar e ter filhos. Para o Dr. Allen, o tratamento ideal da homossexualidade requer que o paciente se submeta a sessões de psicoterapia com duração de sessenta minutos, durante quatro anos. 

Em 1962, o Dr. I. Oswald, um psicólogo britânico, desenvolveu um procedimento terapêutico inusitado para curar a homossexualidade de seus pacientes. Ele injetou drogas indutoras do vômito em um homossexual enquanto cenas de filmes homoeróticos eram apresentadas em um televisor. O paciente estava rodeado por copos cheios de urina e algumas vezes manifestava alucinações. O objetivo da terapia do Dr. Oswald era saturar a mente do paciente com imagens homoeróticas e experiências desagradáveis. Desse modo, o psicólogo esperava que seu paciente desistisse da obtenção de prazer pela prática de atos homossexuais e, por conseguinte, procurasse aliviar seus impulsos sexuais com pessoas do sexo oposto.

Ainda em 1962, o psicanalista americano Irving Bieber e seus colegas publicaram um estudo com uma perspectiva psicanalítica da homossexualidade masculina. De acordo com esse estudo, todas as teorias psicanalíticas afirmam que a homossexualidade adulta é uma psicopatologia. Ainda de acordo com o estudo do Dr. Bieber e seus colegas, a homossexualidade é o resultado de um medo oculto e incapacitante quanto ao relacionamento com o sexo oposto. Para a equipe do Dr. Bieber, qualquer pessoa pode mudar a orientação sexual. Entretanto, os especialistas reconhecem que algumas pessoas conseguem realizar essa mudança com mais facilidade do que outras. Eles acreditam que a mudança para o padrão heterossexual esteja ao alcance de todos os homossexuais que demonstrem uma forte motivação para mudar. A equipe do Dr. Bieber analisou os casos de 100 homossexuais masculinos que procuraram ajuda terapêutica para desenvolver a heterossexualidade e constatou que mais de trinta desses homens se tornaram exclusivamente heterossexuais.

Em 1964, R. J. McGuire e M. Vallance publicaram um artigo na British Medical Journal descrevendo o uso da terapia de eletrochoque para o tratamento da homossexualidade. Os autores afirmavam que pequenas descargas elétricas poderiam ser ministradas pelo paciente em sua própria casa. Assim, as pessoas poderiam aplicar nelas mesmas um pequeno choque todas as vezes que percebessem um impulso sexual indesejado.

O Dr. David Reuben publicou em 1969 seu famoso livro Everything You Always Wanted to Know About Sex but Were Afraid to Ask (algo como Tudo que Você Sempre Quis Saber sobre Sexo mas Tinha Medo de Perguntar). Nesse livro, o Dr. Reuben descartou completamente a idéia de que a homossexualidade seja inata e lamentou o fato de que muitos homossexuais prefiram encarar a atração pelo mesmo sexo como uma característica genética com a qual eles devem conviver durante toda a vida. O Dr. Reuben afirmava que profissionais competentes poderiam ajudar as pessoas a vencer o desejo homossexual. 

Por volta de 1970, o psicólogo John N. Marquis afirmava que a orientação sexual poderia ser recondicionada, independente das suas causas ou origens. O Dr. Marquis recomendava a masturbação intensa estimulada por fantasias e imagens homoeróticas. Alguns instantes antes de atingir o orgasmo, porém, o indivíduo deveria mudar o conteúdo das suas fantasias para imagens heterossexuais.

Embora muitos afirmem insistentemente que em 1973 a Associação Americana de Psiquiatria (APA) tenha descartado completamente o caráter patológico da homossexualidade, essa afirmação não é verdadeira. A APA ainda considera como uma patologia a homossexualidade ego-distônica, uma desordem psíquica na qual o indivíduo não se aceita como homossexual. De acordo com a APA, essa forma de homossexualidade pode ser tratada por qualquer profissional competente.

Em 1974, o Dr. Lee Birk, Diretor do Laboratório de Psiquiatria do Centro de Saúde Mental de Massachussetts, nos Estados Unidos, noticiou casos de homossexuais que experimentaram uma mudança parcial para a heterossexualidade após freqüentar um grupo terapêutico por mais de um ano e meio. Em alguns casos, a mudança chegou a ser total.

O psicólogo Albert Ellis, o segundo maior expoente da Psicologia, destacou em 1975 que as perspectivas freudianas quanto ao tratamento da homossexualidade eram muito pessimistas. O Dr. Ellis observou que os psicanalistas modernos, que seguem uma linha menos freudiana, quase sempre demonstram mais otimismo no tratamento dos homossexuais. 

Ele estava convencido de que o tratamento da homossexualidade poderia ser bem sucedido se o homossexual superasse a relutância em admitir os próprios distúrbios psicológicos. Assim como Freud, o Dr. Ellis reconhecia que o tratamento da homossexualidade não seria fácil. Em sua opinião, esse tratamento é difícil porque a maioria dos homossexuais tem baixa auto-estima, adota uma postura altamente defensiva, apresenta pouca persistência na consecução de objetivos, possui dificuldade de se divertir sem a ingestão de drogas e álcool, aborrece-se facilmente e cria crise após crise para si mesmo.

Ainda em 1975, O Dr. Irving Bieber mantinha suas convicções a respeito da homossexualidade e dizia que o comportamento homossexual entre adultos era sempre patológico. O Dr. Bieber defendia esse ponto de vista desde 1962 e destacava que ninguém jamais havia apresentado qualquer evidência que comprovasse ser a homossexualidade uma variação normal da sexualidade humana. Ele entendia que era possível mudar a orientação sexual, mas acreditava que essa mudança não estava ao alcance de qualquer pessoa. Em sua opinião, apenas os indivíduos que possuíssem um ego bem desenvolvido e que estivessem sinceramente motivados poderiam superar os desejos homossexuais e desenvolver um ajuste heterossexual. 

O psicanalista austríaco Edmund Bergler declarou em 1982 que os homossexuais masculinos eram homens que temiam o envolvimento afetivo e sexual com mulheres. Para o Dr. Bergler, a homossexualidade não decorria de nenhum fator biológico. Ele defendia o tratamento do desejo homossexual porque acreditava que “a personalidade do homossexual é completamente neurótica.” o Dr. Bergler chegou a essa conclusão após analisar mais de uma centena de homossexuais.

Em 1983, o endocrinologista alemão Günther Dorner defendeu a idéia de que seria possível prevenir o surgimento da homossexualidade em crianças ainda mesmo antes de elas nascerem. Ele acreditava que a homossexualidade poderia ser evitada por meio da manipulação de hormônios durante a gestação.

O Dr.William H. Masters e a Drª.Virginia Johnson, dois dos maiores especialistas em sexualidade humana de todos os tempos, disseram em 1984 que eles não acreditavam no caráter patológico da homossexualidade. Apesar disso, a dupla de especialistas estava convencida de que algumas pessoas simplesmente não querem ser homossexuais. Eles entendiam que alguns homens se tornam homossexuais devido a problemas emocionais. Em uma experiência realizada com homossexuais masculinos que voluntariamente se ofereceram para receber tratamento psicológico, a dupla utilizou mulheres para ajudá-los a vencer a homossexualidade. Em condições descontraídas, os homens aprenderam a abordar e manter relações sexuais com as mulheres. 

Em 1991, o psicólogo Joseph Nicolosi declarou que a homossexualidade masculina resultava de um desequilíbrio psicológico no relacionamento entre pais e filhos. O Dr. Nicolosi passou a recomendar aos seus pacientes que desenvolvessem melhor a masculinidade como uma maneira de superar os desejos homossexuais masculinos.

Em 2004, O Dr. Norman Goldwasser, psicólogo clínico em Miami, Estados Unidos, apresentou na Conferência Internacional da EMDRIA em Washington a aplicação do EMDR no tratamento da homossexualidade.

As evidências comprovam que há muito tempo os homossexuais são tratados por médicos e terapeutas. Na verdade, o que é recente é o reconhecimento da comunidade científica dos resultados positivos e permanentes alcançados pela psicoterapia no tratamento da atração pelo mesmo sexo.

Até agora (2008), nenhum estudo demonstrou que a mudança de orientação sexual causa qualquer prejuízo psicológico aos indivíduos que a experimentaram. Por outro lado, existem relatos de pessoas que abandonaram o tratamento ou não seguiram as orientações de seus respectivos terapeutas e por isso não conseguiram se livrar da atração por pessoas do mesmo sexo. Nesses casos, não parece razoável que se atribua o fracasso do tratamento à terapia ou ao terapeuta, afinal, como disse o escritor Roberto Shinyashiki “desistir de mudar é mais fácil do que decidir mudar”. Além disso, se a história julga apenas os resultados e não os propósitos, convém questionarmos o seguinte: devemos celebrar a perseverança e o êxito de alguns ou podemos nos contentar com a mesmice e o fracasso de outros?

Pesquisas internacionais

Em seu livro Ex-gays? A Longitudinal Study of Religiously Mediated Change in Sexual Orientation1 (Ex-gays? Um Estudo Longitudinal da Mudança de Orientação Sexual por meio da Religião), os psicólogos Stanton Jones e Mark Yarhouse, ambos da Wheaton College, examinaram dezenas de casos de pessoas que se declaram ex-gays e que atribuem essa mudança a algum tipo de experiência transcendental. 

Os pesquisadores da Wheaton College analisaram uma amostra significativa de indivíduos que se submeteram a processos para mudança da orientação sexual na Exodus Internacional, uma organização cristã com sede nos Estados Unidos e filiais em centenas de países ao redor do mundo.

Os psicólogos confessaram estar surpresos com o fato de que um grupo de pessoas “realmente gays” apresentou os casos mais nítidos de mudança de identidade e de atração sexual. Eles afirmam que seus estudos apresentam sólidas evidências de que a orientação sexual é mutável para alguns indivíduos e que esse fato deveria provocar um novo exame por parte dos especialistas no que se refere às idéias a respeito da orientação sexual e da identidade sexual das pessoas. 

Os pesquisadores da Wheaton constataram que os indicadores de eficácia dos métodos da Exodus para a mudança de orientação sexual são equivalentes aos índices alcançados por terapias para a recuperação de dependentes de drogas e para a resolução de problemas conjugais.
 
A pesquisadora norte-americana Tanya Erzen, da Universidade de Ohio, estudou por 18 meses muitos casos de pessoas que se declararam “curados” a partir da experiência vivida no New Hope Ministry, um programa de reorientação sexual sediado em San Rafael, Estados Unidos. 

A Drª. Tanya Erzen destaca que os ex-gays que se submetem a um processo de conversão não têm uma linha de chegada específica. Eles estão conscientes de que a mudança envolve os desejos, comportamentos e identidades que nem sempre se alinham perfeitamente ou permanecem estáticas. Além disso, eles consideram que estão reconstituídos sexualmente e acreditam que, ainda que alguns desejos homossexuais permaneçam por anos, não podem afetá-los. Os ex-gays afirmam possuir uma nova identidade espiritual e acreditam na promessa de que o relacionamento adequado com o Ser Superior e com os ouros homens os transformará completamente.

Embora não sejam tão conhecidos quanto as histórias das pessoas que não conseguiram mudar a orientação sexual, muitos casos de sucesso são noticiados pela imprensa internacional. Há algum tempo, a revista norte-americana Psychology Today publicou a história de Steve Simmons, um homem de 38 anos que venceu a atração pelo mesmo sexo e hoje desfruta de uma vida heterossexual equilibrada.

Casos como o de Steve Simmons não são exceção quando se trata das experiências de pessoas que conseguem efetivamente se livrar da homossexualidade. Um estudo científico publicado há poucos anos pela mídia do mundo inteiro pode ser a maior prova da autenticidade dessas experiências.

Em sua edição de 16 de maio de 2001, a revista Veja noticiou: “contrariando a tradição, uma pesquisa apresentada pelo psiquiatra Robert Spitzer, da Universidade Colúmbia, eletrizou o congresso [da Associação Americana de Psiquiatria] com uma afirmação de grande repercussão: que os homossexuais podem tornar-se heterossexuais, se tiverem &quot;disposição para isso”.

De acordo com Veja, a conclusão do Dr. Spitzer está fundamentada no resultado de uma pesquisa realizada com 200 homossexuais que procuraram ajuda para mudar de orientação sexual. Ainda de acordo com a revista, os dados da pesquisa confirmam que “66% dos homens e 44% das mulheres conseguiram de fato.”

Antes que alguém imagine que o Dr. Spitzer faça parte de alguma organização “homofóbica”, é importante ressaltar que para a revista Veja, ele “é um cientista acima de qualquer suspeita de animosidade anti-gay.” A revista destacou que o Dr. Spitzer leciona em uma das maiores universidades americanas e foi presidente da comissão de especialistas que retirou o homossexualismo da lista de doenças mentais da Associação Americana de Psiquiatria no início dos anos 70.

Veja destacou ainda que os psiquiatras ficaram impressionados com a pesquisa do Dr. Spitzer porque “desde os anos 70 a Psiquiatria americana aceitou como dogma a tese de que terapias para mudar a orientação sexual carecem de bases científicas.”

É importante atentar para o fato de que os psiquiatras americanos aceitaram o “dogma” de que a homossexualidade era imutável e, assim, retiram-na da lista de doenças mentais. Nesse caso, é importante que se tenha em mente que a postura intelectual daqueles profissionais não pode ser chamada de “cética”, afinal, o ceticismo “não duvida dos fenômenos, daquilo que aparece, mas apenas daquilo que se afirma dogmaticamente para além dos fenômenos.” Assim, um verdadeiro cético jamais duvidaria que muitas pessoas podem e mudam a orientação sexual.

Em entrevista à BBC de Londres, o Dr. Spitzer reconheceu que nos últimos 30 anos, os psiquiatras acreditavam que “todos os esforços para mudar a orientação sexual fracassariam.” Apesar disso, ao participar de um encontro em que havia alguns ex-gays, ele ouviu o relato de pessoas que mudaram sua orientação sexual e pensou: “Isso é algo que talvez devesse ser investigado”.

Depois de investigar a experiência centenas de ex-gays, o Dr. Spitzer constatou que essas pessoas não mudaram apenas de comportamento, mas se livraram do desejo homossexual.

A conclusão da pesquisa realizada pela Dr. Spitzer está de acordo com as análises do Dr. Stanton Jones, professor de Psicologia da Wheaton College, nos Estados Unidos. Ele constatou que todos os estudos científicos sobre a experiência dos ex-gays comprovaram que muitos indivíduos mudam a orientação sexual completamente. 


Estudos brasileiros

Cientistas brasileiros também têm pesquisado os casos de mudança de orientação sexual intermediada por experiências transcendentais.

Em sua tese de doutorado Conversão ao Pentecostalismo e Alterações Cognitivas e de Identidade, a Drª. Hulda Stadler afirma que após a conversão, as pessoas percebem a si mesmas mudadas em pelo menos dois diferentes aspectos. 

O primeiro aspecto observado pela Drª. Stadler são os traços de personalidade, tais como o temperamento, por exemplo. Em segundo lugar, ela constatou que os novos convertidos mudam o senso de identidade social. Nesse segundo aspecto, ainda de acordo com a Drª. Stadler, incluem-se os vínculos comunitários, sentimentos de pertinência, papéis desempenhados, percepções do mundo para fora do grupo religioso.

A Drª. Hulda Stadler constatou que “o ponto inicial das alterações é estar convencido por um novo ‘sistema cognitivo’ de que além de promover uma identidade forte é mais poderoso para explicar as adversidades da vida cotidiana.”

A pesquisadora lamenta o fato de que as mudanças cognitivas que os movimentos religiosos promovem são pouco exploradas. Ela cita o caso do Pentecostalismo e destaca que essa prática religiosa “trabalha para transformar as mentes das pessoas pela reconstrução, com elas, da realidade (raciocínio), e isto provoca, por sua vez, mudanças nas formas de interação dos seguidores com o mundo ao redor.”

A Drª. Hulda Stadler conclui que, na experiência religiosa dos evangélicos pentecostais, “o modelo intelectual está marcado pela distinção metodológica entre razão e crença e por experiências controladas as quais se preocupam com a exclusão do ‘inapropriado’ e da influência pessoal na construção do conhecimento.”

A constatação da Drª. Hulda Stadler quanto aos ex-gays brasileiros é similar ao que a Drª. Tanya Erzen observou entre os homens americanos que venceram a homossexualidade.

O professor Marcelo Natividade também analisou a história de muitos ex-homossexuais brasileiros. Ele publicou na Revista Brasileira de Ciências Sociais um artigo intitulado Homossexualidade, Gênero e Cura em Perspectivas Pastorais Evangélicas. Ele destacou em seu artigo que “no sentido pentecostal, ser livre não significa seguir os impulsos e desejos individuais, mas, ao contrário, viver a Palavra, segundo a ética e as determinações de Deus.”

Ao analisar especificamente a questão da restauração sexual, Marcelo Natividade observou que esse aspecto da conversão religiosa “circunscreve um ideal a ser atingido: a adequação a um modelo de gênero condizente com o ideal de homem e mulher de Deus.”

Ainda de acordo com Marcelo Natividade, os líderes espirituais aconselham as pessoas interessadas na restauração sexual a empreender quatro atitudes distintas: “a) livrar-se de padrões mentais negativos, b) reprogramar a mente, c) buscar a renovação mental e d) substituir as informações erradas.” 

As considerações finais do professor Marcelo Natividade são surpreendentes para quem pensa que a ciência esteja fechada para a possibilidade da reorientação sexual. Ele concluiu que “seja como for, a homossexualidade não se localiza fundamentalmente no orgânico, mas nas memórias e nas experiências vividas, o que sugere a interpenetração entre Psicologia e religião.”

Existem ainda muitos casos noticiados pela imprensa brasileira de pessoas que mudaram sua orientação sexual. A edição de outubro de 2006 da revista Mente e Cérebro descreve um desses casos e contribui para desmistificar esse tema. Além disso, a experiência do militante gay mais importante do Brasil confirma os casos de mudança da orientação sexual.

Em seu livro Crônicas de um Gay Assumido, o Dr. Luiz Mott afirma: 

Nossa convivência com milhares de homossexuais, por mais de 22 anos seguidos, demonstra que, embora raros, há casos documentados e conhecidos de rapazes que após muitos anos praticando o homoerotismo, mudaram radicalmente de vida; optaram exclusivamente pela heterossexualidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em geral, o termo &#8216;ex-gay&#8217; é utilizados para designar indivíduos que supostamente deixaram de sentir atração pelo mesmo sexo e, por isso, renunciaram à identidade gay e interromperam definitivamente os relacionamentos homossexuais. Esse assunto mereceu um capítulo completo da obra do Dr. Luiz Mott. O Dr. Mott, antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia, em seu livro &#8216;Crônicas de um Gay Assumido&#8217;, afirma que sua experiência pessoal convivendo com milhares de homossexuais provam que “existem sim ex-homossexuais.” Ele destaca, ainda, que existem “inúmeros casos documentados” de pessoas que mudaram a orientação sexual. Assim, o antropólogo concluiu que qualquer pessoa pode “experimentar novas performances eróticas e abandoná-las ou persistir naquelas que produzem maior prazer.” Ainda segundo o Dr. Mott, sua experiência e as pesquisas científicas confirmam que &#8220;ninguém está inexoravelmente preso a um destino sexual&#8221;.</p>
<p>Além do Dr. Mott, a sexóloga Marta Suplicy também parece acreditar que homossexuais insatisfeitos com a atração pelo mesmo sexo podem mudar. Em seu livro Sexo para adolescentes, a Dr. Suplicy declarou que os homossexuais podem se tornar heterossexuais se forem “ajustados com tratamento psicológico”. Ela afirma que essa mudança é ainda mais fácil se iniciada precocemente, “antes de a preferência sexual estar firmemente estabelecida.” Nesse sentido, o Dr. Wunibald Muller, em seu livro Pessoas Homossexuais afirma que “só em poucos casos a homossexualidade possui raízes profundas na pessoa.”</p>
<p>De acordo com o ponto de vista do Dr. Robert Kronemeyer,  a Dra. Marta Suplicy tem razão. O Dr. Kronemeyer diz que os homossexuais podem ser ajustados com tratamento psicoterapêutico. Em seu livro Overcoming Homosexuality12, ele afirma que aproximadamente 80% dos gays e homossexuals que procuraram voluntariamente esse tratamento conseguiram se livrar da homossexualidade e alcançaram um nível satisfatório e saudável de ajustamento heterossexual. </p>
<p>A Drª. Rinna Riesenfeld concorda com a idéia de que é mesmo possível mudar a orientação sexual. Em seu livro Papai, Mamãe, Sou Gay!, ela diz que “não somos rígidos e fixos, por isso, mesmo que em nós predominem a heterossexualidade ou a homossexualidade, temos a possibilidade de nos relacionar das duas maneiras.”</p>
<p>Para Fabrício Viana, psicólogo e autor do livro O Armário, o desejo é maleável. Ele defende a idéia de que uma pessoa pode ter o desejo sexual orientado por alguém do mesmo sexo em um momento e depois passar a desejar alguém do sexo oposto. O Dr. Fabrício Viana entende que “em sexualidade humana, tudo é possível”. </p>
<p>Existem ainda muitos estudos nas áreas da Psicologia, Sexologia, Antropologia e Sociologia que comprovam a possibilidade de mudança da orientação sexual. Essa possibilidade é reconhecida também por especialistas da Sociologia. Marina Castañeda, por exemplo, autora do livro A Experiência Homossexual, declara que “a orientação sexual pode mudar em um dado momento.”</p>
<p>A mudança de orientação sexual na história recente</p>
<p>Desde o início do século 19, psiquiatras, psicólogos, endocrinologistas e pesquisadores de várias partes do mundo investigam os tratamentos para a homossexualidade. Algumas vezes, esses tratamentos envolviam procedimentos duvidosos. Apesar disso, muitas abordagens terapêuticas auxiliaram centenas de pessoas a se livrar da homossexualidade. Veja a seguir um breve histórico do tratamento da homossexualidade durante os últimos séculos.</p>
<p>Em 1892, um neurologista estadunidense chamado Graeme M. Hammond recomendou longos passeios de bicicleta para o tratamento da homossexualidade. O Dr. Hammond acreditava que o desejo homossexual era provocado por um esgotamento nervoso e que os exercícios físicos na bicicleta poderiam restaurar a saúde e a heterossexualidade.</p>
<p>Por volta do ano de 1897, o Dr. Albert von Schrenck-Notzing, um terapeuta alemão, desenvolveu uma abordagem terapêutica para o tratamento da homossexualidade que envolvia muitas sessões de hipnose, ingestão de bebidas alcoólicas e visitas a bordéis.<br />
Ainda no final do século 19, o Dr. Denslow Lewis, um médico americano, entendia que a homossexualidade era desencadeada por fatores socioeconômicos. Ele acreditava na cura do homossexualismo por meio da aplicação de várias drogas. O tratamento desenvolvido pelo Dr. Lewis funcionou em muitos casos.</p>
<p>Em 1920, Sigmund Freud, o “pai da psicanálise”, relatou o tratamento de uma mulher que havia sido encaminhada ao terapeuta pelos próprios pais. De acordo com o relato de Freud, a paciente não demonstrava nenhum incômodo com a própria homossexualidade. Embora acreditasse que a homossexualidade pudesse ser tratada, Freud estava seguro de que esse tratamento não seria nada fácil. </p>
<p>Em 1929, um estudo anônimo publicado na Suíça afirmava que a castração poderia curar a homossexualidade. De acordo com esse estudo, oito prisioneiros haviam sido castrados com vistas de eliminar problemas com a libido. Dentre os prisioneiros mencionados no estudo suíço, pelo menos cinco haviam sido curados de “anomalias” como exibicionismo e homossexualismo.</p>
<p>Ainda em 1929, o Dr. John F. W. Meagher afirmava que nem todos os homossexuais podem sair dessa condição e que a “homossexualidade congênita” não poderia ser tratada facilmente com drogas ou cirurgias. Apesar disso, o Dr. Meagher destacava que a homossexualidade “adquirida” poderia ser eliminada em alguns casos. Segundo o Dr. Meagher, o sucesso do tratamento dependia da força de vontade do paciente em mudar sua orientação sexual. </p>
<p>O historiador Geoffrey Cocks afirmou que por volta de 1940, o regime nazista do Terceiro Reich realizou testes para curar a homossexualidade a partir da implantação de glândulas sexuais em pessoas que sentiam atração pelo mesmo sexo.</p>
<p>Em 1955 a Associação Médica Britânica publicou um estudo referindo-se à homossexualidade como um problema essencialmente social e relevante. O estudo sugeria que a homossexualidade poderia ser tratada em alguns casos por meio de psicanálise, psicoterapias não-analíticas, terapia em grupo e medicamentos.</p>
<p>O psicanalista Clifford Allen divulgou em 1958 uma variedade de casos de cura da homossexualidade por meio da psicoterapia. Embora tenha reconhecido que em alguns casos as pessoas não tivessem alcançado cura completa, o Dr. Allen afirmou que elas prosseguiam no caminho da normalidade. De acordo com o psicanalista, os pacientes desenvolviam a atração pelo sexo oposto e pretendiam se casar e ter filhos. Para o Dr. Allen, o tratamento ideal da homossexualidade requer que o paciente se submeta a sessões de psicoterapia com duração de sessenta minutos, durante quatro anos. </p>
<p>Em 1962, o Dr. I. Oswald, um psicólogo britânico, desenvolveu um procedimento terapêutico inusitado para curar a homossexualidade de seus pacientes. Ele injetou drogas indutoras do vômito em um homossexual enquanto cenas de filmes homoeróticos eram apresentadas em um televisor. O paciente estava rodeado por copos cheios de urina e algumas vezes manifestava alucinações. O objetivo da terapia do Dr. Oswald era saturar a mente do paciente com imagens homoeróticas e experiências desagradáveis. Desse modo, o psicólogo esperava que seu paciente desistisse da obtenção de prazer pela prática de atos homossexuais e, por conseguinte, procurasse aliviar seus impulsos sexuais com pessoas do sexo oposto.</p>
<p>Ainda em 1962, o psicanalista americano Irving Bieber e seus colegas publicaram um estudo com uma perspectiva psicanalítica da homossexualidade masculina. De acordo com esse estudo, todas as teorias psicanalíticas afirmam que a homossexualidade adulta é uma psicopatologia. Ainda de acordo com o estudo do Dr. Bieber e seus colegas, a homossexualidade é o resultado de um medo oculto e incapacitante quanto ao relacionamento com o sexo oposto. Para a equipe do Dr. Bieber, qualquer pessoa pode mudar a orientação sexual. Entretanto, os especialistas reconhecem que algumas pessoas conseguem realizar essa mudança com mais facilidade do que outras. Eles acreditam que a mudança para o padrão heterossexual esteja ao alcance de todos os homossexuais que demonstrem uma forte motivação para mudar. A equipe do Dr. Bieber analisou os casos de 100 homossexuais masculinos que procuraram ajuda terapêutica para desenvolver a heterossexualidade e constatou que mais de trinta desses homens se tornaram exclusivamente heterossexuais.</p>
<p>Em 1964, R. J. McGuire e M. Vallance publicaram um artigo na British Medical Journal descrevendo o uso da terapia de eletrochoque para o tratamento da homossexualidade. Os autores afirmavam que pequenas descargas elétricas poderiam ser ministradas pelo paciente em sua própria casa. Assim, as pessoas poderiam aplicar nelas mesmas um pequeno choque todas as vezes que percebessem um impulso sexual indesejado.</p>
<p>O Dr. David Reuben publicou em 1969 seu famoso livro Everything You Always Wanted to Know About Sex but Were Afraid to Ask (algo como Tudo que Você Sempre Quis Saber sobre Sexo mas Tinha Medo de Perguntar). Nesse livro, o Dr. Reuben descartou completamente a idéia de que a homossexualidade seja inata e lamentou o fato de que muitos homossexuais prefiram encarar a atração pelo mesmo sexo como uma característica genética com a qual eles devem conviver durante toda a vida. O Dr. Reuben afirmava que profissionais competentes poderiam ajudar as pessoas a vencer o desejo homossexual. </p>
<p>Por volta de 1970, o psicólogo John N. Marquis afirmava que a orientação sexual poderia ser recondicionada, independente das suas causas ou origens. O Dr. Marquis recomendava a masturbação intensa estimulada por fantasias e imagens homoeróticas. Alguns instantes antes de atingir o orgasmo, porém, o indivíduo deveria mudar o conteúdo das suas fantasias para imagens heterossexuais.</p>
<p>Embora muitos afirmem insistentemente que em 1973 a Associação Americana de Psiquiatria (APA) tenha descartado completamente o caráter patológico da homossexualidade, essa afirmação não é verdadeira. A APA ainda considera como uma patologia a homossexualidade ego-distônica, uma desordem psíquica na qual o indivíduo não se aceita como homossexual. De acordo com a APA, essa forma de homossexualidade pode ser tratada por qualquer profissional competente.</p>
<p>Em 1974, o Dr. Lee Birk, Diretor do Laboratório de Psiquiatria do Centro de Saúde Mental de Massachussetts, nos Estados Unidos, noticiou casos de homossexuais que experimentaram uma mudança parcial para a heterossexualidade após freqüentar um grupo terapêutico por mais de um ano e meio. Em alguns casos, a mudança chegou a ser total.</p>
<p>O psicólogo Albert Ellis, o segundo maior expoente da Psicologia, destacou em 1975 que as perspectivas freudianas quanto ao tratamento da homossexualidade eram muito pessimistas. O Dr. Ellis observou que os psicanalistas modernos, que seguem uma linha menos freudiana, quase sempre demonstram mais otimismo no tratamento dos homossexuais. </p>
<p>Ele estava convencido de que o tratamento da homossexualidade poderia ser bem sucedido se o homossexual superasse a relutância em admitir os próprios distúrbios psicológicos. Assim como Freud, o Dr. Ellis reconhecia que o tratamento da homossexualidade não seria fácil. Em sua opinião, esse tratamento é difícil porque a maioria dos homossexuais tem baixa auto-estima, adota uma postura altamente defensiva, apresenta pouca persistência na consecução de objetivos, possui dificuldade de se divertir sem a ingestão de drogas e álcool, aborrece-se facilmente e cria crise após crise para si mesmo.</p>
<p>Ainda em 1975, O Dr. Irving Bieber mantinha suas convicções a respeito da homossexualidade e dizia que o comportamento homossexual entre adultos era sempre patológico. O Dr. Bieber defendia esse ponto de vista desde 1962 e destacava que ninguém jamais havia apresentado qualquer evidência que comprovasse ser a homossexualidade uma variação normal da sexualidade humana. Ele entendia que era possível mudar a orientação sexual, mas acreditava que essa mudança não estava ao alcance de qualquer pessoa. Em sua opinião, apenas os indivíduos que possuíssem um ego bem desenvolvido e que estivessem sinceramente motivados poderiam superar os desejos homossexuais e desenvolver um ajuste heterossexual. </p>
<p>O psicanalista austríaco Edmund Bergler declarou em 1982 que os homossexuais masculinos eram homens que temiam o envolvimento afetivo e sexual com mulheres. Para o Dr. Bergler, a homossexualidade não decorria de nenhum fator biológico. Ele defendia o tratamento do desejo homossexual porque acreditava que “a personalidade do homossexual é completamente neurótica.” o Dr. Bergler chegou a essa conclusão após analisar mais de uma centena de homossexuais.</p>
<p>Em 1983, o endocrinologista alemão Günther Dorner defendeu a idéia de que seria possível prevenir o surgimento da homossexualidade em crianças ainda mesmo antes de elas nascerem. Ele acreditava que a homossexualidade poderia ser evitada por meio da manipulação de hormônios durante a gestação.</p>
<p>O Dr.William H. Masters e a Drª.Virginia Johnson, dois dos maiores especialistas em sexualidade humana de todos os tempos, disseram em 1984 que eles não acreditavam no caráter patológico da homossexualidade. Apesar disso, a dupla de especialistas estava convencida de que algumas pessoas simplesmente não querem ser homossexuais. Eles entendiam que alguns homens se tornam homossexuais devido a problemas emocionais. Em uma experiência realizada com homossexuais masculinos que voluntariamente se ofereceram para receber tratamento psicológico, a dupla utilizou mulheres para ajudá-los a vencer a homossexualidade. Em condições descontraídas, os homens aprenderam a abordar e manter relações sexuais com as mulheres. </p>
<p>Em 1991, o psicólogo Joseph Nicolosi declarou que a homossexualidade masculina resultava de um desequilíbrio psicológico no relacionamento entre pais e filhos. O Dr. Nicolosi passou a recomendar aos seus pacientes que desenvolvessem melhor a masculinidade como uma maneira de superar os desejos homossexuais masculinos.</p>
<p>Em 2004, O Dr. Norman Goldwasser, psicólogo clínico em Miami, Estados Unidos, apresentou na Conferência Internacional da EMDRIA em Washington a aplicação do EMDR no tratamento da homossexualidade.</p>
<p>As evidências comprovam que há muito tempo os homossexuais são tratados por médicos e terapeutas. Na verdade, o que é recente é o reconhecimento da comunidade científica dos resultados positivos e permanentes alcançados pela psicoterapia no tratamento da atração pelo mesmo sexo.</p>
<p>Até agora (2008), nenhum estudo demonstrou que a mudança de orientação sexual causa qualquer prejuízo psicológico aos indivíduos que a experimentaram. Por outro lado, existem relatos de pessoas que abandonaram o tratamento ou não seguiram as orientações de seus respectivos terapeutas e por isso não conseguiram se livrar da atração por pessoas do mesmo sexo. Nesses casos, não parece razoável que se atribua o fracasso do tratamento à terapia ou ao terapeuta, afinal, como disse o escritor Roberto Shinyashiki “desistir de mudar é mais fácil do que decidir mudar”. Além disso, se a história julga apenas os resultados e não os propósitos, convém questionarmos o seguinte: devemos celebrar a perseverança e o êxito de alguns ou podemos nos contentar com a mesmice e o fracasso de outros?</p>
<p>Pesquisas internacionais</p>
<p>Em seu livro Ex-gays? A Longitudinal Study of Religiously Mediated Change in Sexual Orientation1 (Ex-gays? Um Estudo Longitudinal da Mudança de Orientação Sexual por meio da Religião), os psicólogos Stanton Jones e Mark Yarhouse, ambos da Wheaton College, examinaram dezenas de casos de pessoas que se declaram ex-gays e que atribuem essa mudança a algum tipo de experiência transcendental. </p>
<p>Os pesquisadores da Wheaton College analisaram uma amostra significativa de indivíduos que se submeteram a processos para mudança da orientação sexual na Exodus Internacional, uma organização cristã com sede nos Estados Unidos e filiais em centenas de países ao redor do mundo.</p>
<p>Os psicólogos confessaram estar surpresos com o fato de que um grupo de pessoas “realmente gays” apresentou os casos mais nítidos de mudança de identidade e de atração sexual. Eles afirmam que seus estudos apresentam sólidas evidências de que a orientação sexual é mutável para alguns indivíduos e que esse fato deveria provocar um novo exame por parte dos especialistas no que se refere às idéias a respeito da orientação sexual e da identidade sexual das pessoas. </p>
<p>Os pesquisadores da Wheaton constataram que os indicadores de eficácia dos métodos da Exodus para a mudança de orientação sexual são equivalentes aos índices alcançados por terapias para a recuperação de dependentes de drogas e para a resolução de problemas conjugais.</p>
<p>A pesquisadora norte-americana Tanya Erzen, da Universidade de Ohio, estudou por 18 meses muitos casos de pessoas que se declararam “curados” a partir da experiência vivida no New Hope Ministry, um programa de reorientação sexual sediado em San Rafael, Estados Unidos. </p>
<p>A Drª. Tanya Erzen destaca que os ex-gays que se submetem a um processo de conversão não têm uma linha de chegada específica. Eles estão conscientes de que a mudança envolve os desejos, comportamentos e identidades que nem sempre se alinham perfeitamente ou permanecem estáticas. Além disso, eles consideram que estão reconstituídos sexualmente e acreditam que, ainda que alguns desejos homossexuais permaneçam por anos, não podem afetá-los. Os ex-gays afirmam possuir uma nova identidade espiritual e acreditam na promessa de que o relacionamento adequado com o Ser Superior e com os ouros homens os transformará completamente.</p>
<p>Embora não sejam tão conhecidos quanto as histórias das pessoas que não conseguiram mudar a orientação sexual, muitos casos de sucesso são noticiados pela imprensa internacional. Há algum tempo, a revista norte-americana Psychology Today publicou a história de Steve Simmons, um homem de 38 anos que venceu a atração pelo mesmo sexo e hoje desfruta de uma vida heterossexual equilibrada.</p>
<p>Casos como o de Steve Simmons não são exceção quando se trata das experiências de pessoas que conseguem efetivamente se livrar da homossexualidade. Um estudo científico publicado há poucos anos pela mídia do mundo inteiro pode ser a maior prova da autenticidade dessas experiências.</p>
<p>Em sua edição de 16 de maio de 2001, a revista Veja noticiou: “contrariando a tradição, uma pesquisa apresentada pelo psiquiatra Robert Spitzer, da Universidade Colúmbia, eletrizou o congresso [da Associação Americana de Psiquiatria] com uma afirmação de grande repercussão: que os homossexuais podem tornar-se heterossexuais, se tiverem &#8220;disposição para isso”.</p>
<p>De acordo com Veja, a conclusão do Dr. Spitzer está fundamentada no resultado de uma pesquisa realizada com 200 homossexuais que procuraram ajuda para mudar de orientação sexual. Ainda de acordo com a revista, os dados da pesquisa confirmam que “66% dos homens e 44% das mulheres conseguiram de fato.”</p>
<p>Antes que alguém imagine que o Dr. Spitzer faça parte de alguma organização “homofóbica”, é importante ressaltar que para a revista Veja, ele “é um cientista acima de qualquer suspeita de animosidade anti-gay.” A revista destacou que o Dr. Spitzer leciona em uma das maiores universidades americanas e foi presidente da comissão de especialistas que retirou o homossexualismo da lista de doenças mentais da Associação Americana de Psiquiatria no início dos anos 70.</p>
<p>Veja destacou ainda que os psiquiatras ficaram impressionados com a pesquisa do Dr. Spitzer porque “desde os anos 70 a Psiquiatria americana aceitou como dogma a tese de que terapias para mudar a orientação sexual carecem de bases científicas.”</p>
<p>É importante atentar para o fato de que os psiquiatras americanos aceitaram o “dogma” de que a homossexualidade era imutável e, assim, retiram-na da lista de doenças mentais. Nesse caso, é importante que se tenha em mente que a postura intelectual daqueles profissionais não pode ser chamada de “cética”, afinal, o ceticismo “não duvida dos fenômenos, daquilo que aparece, mas apenas daquilo que se afirma dogmaticamente para além dos fenômenos.” Assim, um verdadeiro cético jamais duvidaria que muitas pessoas podem e mudam a orientação sexual.</p>
<p>Em entrevista à BBC de Londres, o Dr. Spitzer reconheceu que nos últimos 30 anos, os psiquiatras acreditavam que “todos os esforços para mudar a orientação sexual fracassariam.” Apesar disso, ao participar de um encontro em que havia alguns ex-gays, ele ouviu o relato de pessoas que mudaram sua orientação sexual e pensou: “Isso é algo que talvez devesse ser investigado”.</p>
<p>Depois de investigar a experiência centenas de ex-gays, o Dr. Spitzer constatou que essas pessoas não mudaram apenas de comportamento, mas se livraram do desejo homossexual.</p>
<p>A conclusão da pesquisa realizada pela Dr. Spitzer está de acordo com as análises do Dr. Stanton Jones, professor de Psicologia da Wheaton College, nos Estados Unidos. Ele constatou que todos os estudos científicos sobre a experiência dos ex-gays comprovaram que muitos indivíduos mudam a orientação sexual completamente. </p>
<p>Estudos brasileiros</p>
<p>Cientistas brasileiros também têm pesquisado os casos de mudança de orientação sexual intermediada por experiências transcendentais.</p>
<p>Em sua tese de doutorado Conversão ao Pentecostalismo e Alterações Cognitivas e de Identidade, a Drª. Hulda Stadler afirma que após a conversão, as pessoas percebem a si mesmas mudadas em pelo menos dois diferentes aspectos. </p>
<p>O primeiro aspecto observado pela Drª. Stadler são os traços de personalidade, tais como o temperamento, por exemplo. Em segundo lugar, ela constatou que os novos convertidos mudam o senso de identidade social. Nesse segundo aspecto, ainda de acordo com a Drª. Stadler, incluem-se os vínculos comunitários, sentimentos de pertinência, papéis desempenhados, percepções do mundo para fora do grupo religioso.</p>
<p>A Drª. Hulda Stadler constatou que “o ponto inicial das alterações é estar convencido por um novo ‘sistema cognitivo’ de que além de promover uma identidade forte é mais poderoso para explicar as adversidades da vida cotidiana.”</p>
<p>A pesquisadora lamenta o fato de que as mudanças cognitivas que os movimentos religiosos promovem são pouco exploradas. Ela cita o caso do Pentecostalismo e destaca que essa prática religiosa “trabalha para transformar as mentes das pessoas pela reconstrução, com elas, da realidade (raciocínio), e isto provoca, por sua vez, mudanças nas formas de interação dos seguidores com o mundo ao redor.”</p>
<p>A Drª. Hulda Stadler conclui que, na experiência religiosa dos evangélicos pentecostais, “o modelo intelectual está marcado pela distinção metodológica entre razão e crença e por experiências controladas as quais se preocupam com a exclusão do ‘inapropriado’ e da influência pessoal na construção do conhecimento.”</p>
<p>A constatação da Drª. Hulda Stadler quanto aos ex-gays brasileiros é similar ao que a Drª. Tanya Erzen observou entre os homens americanos que venceram a homossexualidade.</p>
<p>O professor Marcelo Natividade também analisou a história de muitos ex-homossexuais brasileiros. Ele publicou na Revista Brasileira de Ciências Sociais um artigo intitulado Homossexualidade, Gênero e Cura em Perspectivas Pastorais Evangélicas. Ele destacou em seu artigo que “no sentido pentecostal, ser livre não significa seguir os impulsos e desejos individuais, mas, ao contrário, viver a Palavra, segundo a ética e as determinações de Deus.”</p>
<p>Ao analisar especificamente a questão da restauração sexual, Marcelo Natividade observou que esse aspecto da conversão religiosa “circunscreve um ideal a ser atingido: a adequação a um modelo de gênero condizente com o ideal de homem e mulher de Deus.”</p>
<p>Ainda de acordo com Marcelo Natividade, os líderes espirituais aconselham as pessoas interessadas na restauração sexual a empreender quatro atitudes distintas: “a) livrar-se de padrões mentais negativos, b) reprogramar a mente, c) buscar a renovação mental e d) substituir as informações erradas.” </p>
<p>As considerações finais do professor Marcelo Natividade são surpreendentes para quem pensa que a ciência esteja fechada para a possibilidade da reorientação sexual. Ele concluiu que “seja como for, a homossexualidade não se localiza fundamentalmente no orgânico, mas nas memórias e nas experiências vividas, o que sugere a interpenetração entre Psicologia e religião.”</p>
<p>Existem ainda muitos casos noticiados pela imprensa brasileira de pessoas que mudaram sua orientação sexual. A edição de outubro de 2006 da revista Mente e Cérebro descreve um desses casos e contribui para desmistificar esse tema. Além disso, a experiência do militante gay mais importante do Brasil confirma os casos de mudança da orientação sexual.</p>
<p>Em seu livro Crônicas de um Gay Assumido, o Dr. Luiz Mott afirma: </p>
<p>Nossa convivência com milhares de homossexuais, por mais de 22 anos seguidos, demonstra que, embora raros, há casos documentados e conhecidos de rapazes que após muitos anos praticando o homoerotismo, mudaram radicalmente de vida; optaram exclusivamente pela heterossexualidade.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: nanda oliveira</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-83219</link>
		<dc:creator>nanda oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 19:06:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://bobagento.com/?p=7767#comment-83219</guid>
		<description>sim , meu ex-namorado é jogador de futebol, e no time que ele jogava não aceitavam gays ae ele ficou entre decidir ser gay ou realizar o sonho dele . ele opitou por deixa de ser gay e jogar futebol . agente namorou por 5 meses . terminamos por ele ser mt ciúmento mais hoje em dia ele namora outra menina isso quer dizer ele continua &quot;homem&quot; ! acho que ele quiz só esperimentar ser gay ! .-.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sim , meu ex-namorado é jogador de futebol, e no time que ele jogava não aceitavam gays ae ele ficou entre decidir ser gay ou realizar o sonho dele . ele opitou por deixa de ser gay e jogar futebol . agente namorou por 5 meses . terminamos por ele ser mt ciúmento mais hoje em dia ele namora outra menina isso quer dizer ele continua &#8220;homem&#8221; ! acho que ele quiz só esperimentar ser gay ! .-.</p>
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	<item>
		<title>Por: Antonio</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-76272</link>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 19:36:04 +0000</pubDate>
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		<description>A nossa  bandeira tem muitas cores seria bom se todos buscasse a Deus de verdade assim como eu e voçê meu amado, Deus quer o teu coração o meu coração, tem muitos gays que são sinceros e querem se libertar, e tem igrejas evangélicas  verdadeiras , que lá tem poder de Deus e seus Lideres tanto prega como vive o que prega, aleluia. Mas infelismente nesses ultimos dias que estamos vivendo são poucas igrejas assim. Mas Deus é tão misericordioso que ele não faz asçepção de pessoas, agora o ser humano é preconceituoso mesmo se dizendo cristão, tem muitos assim e Deus quer libertar esse individuo também. Mas tem muitos que se acham os donos da verdade que nem olha o pecado que está cometendo diante de Deus de Abraão, diz na biblia que não há um justo se quer na terra, talves  seja mas fácil um gay se libertar  do que um  étero, pois ele está se esforsando pra pará com esses desejos maligno e o étero vai olhar pra uma mulher com olhar impuro, e ele nem vai se acusar de nada, afinal mulher é gostosa, tem que se olhar e desejar. A coisa é muito séria meus amados, que Deus tenha misericordia de mim e de voçê. abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa  bandeira tem muitas cores seria bom se todos buscasse a Deus de verdade assim como eu e voçê meu amado, Deus quer o teu coração o meu coração, tem muitos gays que são sinceros e querem se libertar, e tem igrejas evangélicas  verdadeiras , que lá tem poder de Deus e seus Lideres tanto prega como vive o que prega, aleluia. Mas infelismente nesses ultimos dias que estamos vivendo são poucas igrejas assim. Mas Deus é tão misericordioso que ele não faz asçepção de pessoas, agora o ser humano é preconceituoso mesmo se dizendo cristão, tem muitos assim e Deus quer libertar esse individuo também. Mas tem muitos que se acham os donos da verdade que nem olha o pecado que está cometendo diante de Deus de Abraão, diz na biblia que não há um justo se quer na terra, talves  seja mas fácil um gay se libertar  do que um  étero, pois ele está se esforsando pra pará com esses desejos maligno e o étero vai olhar pra uma mulher com olhar impuro, e ele nem vai se acusar de nada, afinal mulher é gostosa, tem que se olhar e desejar. A coisa é muito séria meus amados, que Deus tenha misericordia de mim e de voçê. abraço.</p>
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		<title>Por: Antonio</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-76268</link>
		<dc:creator>Antonio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 19:07:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://bobagento.com/?p=7767#comment-76268</guid>
		<description>Bom , Eu até concordo que não existe ex gay, mas quando um ser humano se convertea palavra de Deus de verdade, ele deixa esa pratica, mesmo que  os desejos continue, e só uma intimidade com o Senhor Jesus  é que realmente a pessoa estará liberta, agora vale ressaltar que  mesmo que apessoa seja étero, se não abrir o coração de verdade para Deus irá continuar nas suas praticas pecaminosas, seria bom que fosse só o homossexualismo que levasse pro inferno, mas tem outros pecado, que vai levar esse individuo a dansar no tabuleiro do inferno junto com os geys  e lésbicas  Não sou a favou de causa gey nenhuma mas o que seria dos homossxesuais  se não tivesse alguem pra defendelos., já com serteza seriam extirpados da face da terra, pois tem muitos homofobicos que na realidade são verdadeiros enrustidos, e pra mostrar que é étero sai por ai espancando tudo quanto é gey.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom , Eu até concordo que não existe ex gay, mas quando um ser humano se convertea palavra de Deus de verdade, ele deixa esa pratica, mesmo que  os desejos continue, e só uma intimidade com o Senhor Jesus  é que realmente a pessoa estará liberta, agora vale ressaltar que  mesmo que apessoa seja étero, se não abrir o coração de verdade para Deus irá continuar nas suas praticas pecaminosas, seria bom que fosse só o homossexualismo que levasse pro inferno, mas tem outros pecado, que vai levar esse individuo a dansar no tabuleiro do inferno junto com os geys  e lésbicas  Não sou a favou de causa gey nenhuma mas o que seria dos homossxesuais  se não tivesse alguem pra defendelos., já com serteza seriam extirpados da face da terra, pois tem muitos homofobicos que na realidade são verdadeiros enrustidos, e pra mostrar que é étero sai por ai espancando tudo quanto é gey.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rapchaell</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-70680</link>
		<dc:creator>Rapchaell</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 03:49:57 +0000</pubDate>
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		<description>Conheço muito mais ex evangelicos que viraram Travestis...
Acredito na construção das pessoas... E pq não uma pessoa pode ser ex gay, ex travesti, ex hetero...

Agora lógico que a igreja sempre ta querendo ganhar alguma coisa em cima dessas necessidades de se alto afirmar... 

&quot;Não foi deus quem criou o homem e sim o homem quem criou deus&quot;

O homem ele se cria, se reconstroi, se constroi a cada momento... Ou vocês realmente acreditam que as mulheres vinheram de um costela? e que nossa vida veio de um sopro? rsrsrsrs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Conheço muito mais ex evangelicos que viraram Travestis&#8230;<br />
Acredito na construção das pessoas&#8230; E pq não uma pessoa pode ser ex gay, ex travesti, ex hetero&#8230;</p>
<p>Agora lógico que a igreja sempre ta querendo ganhar alguma coisa em cima dessas necessidades de se alto afirmar&#8230; </p>
<p>&#8220;Não foi deus quem criou o homem e sim o homem quem criou deus&#8221;</p>
<p>O homem ele se cria, se reconstroi, se constroi a cada momento&#8230; Ou vocês realmente acreditam que as mulheres vinheram de um costela? e que nossa vida veio de um sopro? rsrsrsrs</p>
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	<item>
		<title>Por: rsrs</title>
		<link>http://bobagento.com/ex-gay-existe/comment-page-2/#comment-66443</link>
		<dc:creator>rsrs</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2009 18:29:47 +0000</pubDate>
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		<description>Será que na igreja ele ora para que Deus de umas pregas novas pro cu dele? hashuashuashua</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será que na igreja ele ora para que Deus de umas pregas novas pro cu dele? hashuashuashua</p>
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