Eu ia fazer um comentário sobre essa história de “Homem de Gelo” mas esse texto da Rosana Hermann diz tudo:
Chato, chato, chato. Não o piloto, o mundo da mídia. Alguém começou a brilhante produção de chavões e clichês chamando o rapaz de homem de gelo, etc. Sim, a associação é óbvia. Gelo, Finlândia, tal. O rapaz não é latino, não tem vontade de sambar quando ganha. A cobrança de uma atitude histérica diante da vitória é típica de quem não compreende a diversidade cultural do planeta.
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Mesmo assim eu não perco a piada.
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Por: Raphael Mendes em
Blá, blá, blá


