Sacudindo o país mais ou menos a cada 10 anos, o furacão baiano não poupa ninguém e costuma inundar as zonas costeiras, balançar as traseiras e reverter as estomacais sem dó nem piedade. Apesar de manter constante o seu nível musical potencialmente nocivo às regiões escrotais, o fenômeno nordestino ao menos vem aprimorando seu lado estético-visual ao longo do tempo. Estima-se que em 2030 um furacão baiano poderá ser, inclusive, mais bem pago que Gisele Bundchen e quem sabe engatar um romance com Roberto Justus.

Esse e outros estados da música você encontra no Ressaca Moral.













































2 Comentários
Todas tranqueiras.
tudo traqueia de mau gosto. fake