Olá amiguinhos! Como vai essa força? A do braço direito eu sei que deve andar bem.
Em relação às minhas resenhas pornô, resolvi fazer algo que eu sei que Hollywood nunca será capaz: decidi dar uma pausa nos filmes de super heróis. E hoje trago a vocês a paródia de Smurfs!

Começamos o filme no que parece ser a oficina daquele Smurf meio MacGyver, lembra dele? Aquele que construía geringonças.

A Smurfette tá lá também. Logo aparece o Papai Smurf e pergunta no que diabos eles estão trabalhando; o Smurf gênio (como era o nome desse infeliz? Era Gênio mesmo, por acaso?) explica que é uma máquina de teletransporte, pra conseguirem fugir do Gargamel quando for preciso. Tá bom, né.
O Papai Smurf duvida que a parada funcione, e o Smurf Inventor — sério, qual era o nome desse desgraçado? — ativa a máquina pra provar que ele manja das putarias.
Neste momento eu noto que a tinta azul no corpo dos atores foi extremamente mal aplicada e que provavelmente só veremos esses três Smurfs no filme inteiro. Restrições orçamentárias, sabe como é.

Na próxima cena vemos o que parece ser uma secretária do Bill Gates (você já viu alguma outra secretária “comum” com uma mesa desse tamanho…?) reclamando no telefone sobre seu namorado. Ela revela que quer um cachorrinho pra carregar por aí na sua bolsa, estilo Paris Hilton, quando os Smurfs aparecem subitamente (e convenientemente) em cima de sua mesa.

Exibindo nenhuma surpresa, a menina decide que seu dilema está resolvido e que agora ela tem os animaizinhos de estimação portáteis que ela tinha acabado de mencionar que queria. Ela os esconde num armário e do nada aparece o Evan Stone, interpretando… o Evan Stone.

Ah, agora entendi. O tal escritório é de uma compania que produz filmes pornô, e o Evan Stone foi lá pegar uma câmera pra uma produção qualquer (porque como sabemos, os atores são responsáveis pelo equipamento de filmagem de uma produção cinematográfica).
Só que a menina escondeu os Smurfs justamente no armário onde estão as câmeras. Pra impedir que o Evan entre e descubra os bichinhos, a menina se oferece para lubrificar sua pirombas com sucos vaginais.
E o Evan Stone, que não é de ferro, aceita prontamente.

E começa. Evan Stone levanta as pernas da menina e vai logo metendo a língua em seu cu e buça. Em seguida, um boquete meio perigoso — com a boca muito aberta, com vários incisivos à mostra. Suei frio.
Mais algumas posições sem grande firula, do tipo que até você consegue executar, e o Evan Stone finaliza hidratando as mamas da menina com sua essência viril morna.

A cena corte e vemos a Smurfette reclamando da vida após o Smurf Franjinha (desisto) revelar que não consegue teleporta-los de volta pra Vila Smurf. E a cena corte logo em seguida, sem nem sequer um breve vislumbre de tetinha. Que tomada mais inútil.

Vemos agora o Gargamel fazendo algum vudu satânico pra criar uma Smurfette 2. Ele a envia pra ir na oficina lá do Smurf Sagaz e persegui-los usando a máquina de teleporte.
A nova Smurfette encontra os Smurfs e é hora da pirombada estilo frango de churrascaria — ou seja, dos dois lados.

A Smurfette 2 começa a chupar as duas pirocas azuis em modalidade revezamento, dissolvendo a tinta com sua saliva. Lá pela metade as pirocas já retornaram às suas cores naturais quase que completamente, e eu espero que usaram alguma tinta atóxica senão essa menina já teve óbito.
O Papai Smurf (que é velhinho, coitado), deita-se no chão e oferece seu mastrulho como assento pra menina. Esta acopla o estromalho dentro de seu canal vaginal e abocanhha a piroca semi-azul.
De fato o Papai Smurf já deve estar mostrando os sinais da idade porque na cena quase inteira. Os dois completam a cena com o clássico combo de dois hits: duas emporradas, uma em cada peito.

Na próxima cena, as duas Smurfettes encontram o fotógrafo da Hustler (que é justamente o estúdio que produziu o filme). O velho tenta as convencer de fazer um showzinho pra ele, e elas concordam (como não, né).
Elas se lambem, se bolinam com vibradores, mas posso ser sincero? Sem a esporrada característica, uma cena lésbica termina meio… do nada, entende? É como uma frase sem ponto final, sei lá.

Na cena seguinte vemos que o Gargamel tomou um chá de nanicolina pra encolher e ir lá no laboratório Smurfs. Sua Smurf do mal captura a Smurfette pra ele, que começa prontamente a devorar sua estrovenga até bater com o queixo na costura do saco. Estou convencido a partir de agora que esse era todo o objetivo do Gargamel em relação à sua perseguição eterna atrás dos Smurfs.
O Gargamel tira a roupa de mago (exibindo tatuagens que creio não serem condizentes com a mitologia do desenho animado) e soca a vara na Smurfette. Num close podemos ver que a tinta da menina manchou seus ovos, e fico imaginando as ramificações psicológicas do cara indo pra casa naquela noite e tendo que lavar o saco na pia da cozinha porque comeu a Smurfette de quatro.
A cena termina com a tradicional jorrada de porra nos peitos, só que…

…Papai Smurf e o outro lá, grandes filhos da puta que são, tiraram fotos de tudo e a menina acabou sendo capa da Hustler daquele mês!
Gostei dos valores de produção do filme (apesar da pintura dos Smurfs serem constantemente retocadas porque a tinta da piroca de um ia parar na nádega esquerda da outra o tempo todo).
Dou 4 de 5 punhetas. Como sempre, faltou um cuzinho, e por isso perde 1 ponto.
