E aí, minha gente? Estou de volta pra analisar mais uma obra prima da décima arte (no caso, a arte de dar estocadas em vaginas).
Como vocês já estão cientes, tanto Hollywood quanto a Putariawood são fascinados por filmes de super heróis. E dessa vez fizeram filme do Capitão América!

Logo de cara na capa do filme já vejo um rostinho conhecido ali do lado. Essa nossa amiga Tara Lynn Foxx anda trabalhando pra caralho, ein?
O filme abre com o saguão de um hospital, onde um Capitão América moribundo (estaria o cara morrendo já no começo de seu filme?) é empurrado numa maca por médicos e enfermeiras.

"A pressão dele está caindo!" berra uma das enfermeiras, que imagino ser uma X-Men com superpoderes médicos já que não há nenhum tipo de instrumento conectado ao Capitão América que informasse a mulher dessa mudança.
A cena corta, aparecem uns 10 minutos de créditos (sério, dei fast forward e ainda assim demorou pra caralho)

Entra a Tara Lynn Foxx e um negão que o tapa-olho nos informa que é o Nick Fury (um super agente secreto fodão, pra vocês que não lêem quadrinhos).
A Tara pergunta "mas caralho, é ele mesmo?!", ao que Nick responde que o Doutor Banner — o Hulk, minha gente! Essa porra já tá quase um filme dos Vingadores e mal começou — ainda precisa averiguar isso.
Os dois vão ao quarto do Capitão, e lá explicam que o pobre coitado esteve congelado desde o fim da Segunda Guerra. O Capitão, sendo um homem lógico e racional, compreende a situação e aceita a…

Não, ele rouba a arma de alguém e toma o Nick Fury de refém. A turma explica que o cara tá chilicando a toa, que são todos amigos dele, etc e tal. Quando o Capitão menos espera, o Nick puxa uma outra arma sei lá de onde e mete um tranquilizador no super-soldado.
Nisso vemos um flashback da Alemanha em 1940, um Hitler meio mal-nutrido berrando pra câmera, dizendo que os Estados Unidos não são os únicos criando um super-soldado.

Nesse momento eu parei, reflexivo. Já pensou você tá lá se preparando para uma super-punheta e pinta Hitler no meio da porra da tela? Ou pior, finalmente convenceu a mulher a assistir uma pornozeira juntos, e me aparece o Fuhrer nos primeiros 10 minutos do filme?
Se até o termo "bigodinho de Hitler" de jardinagem genital já é de um certo mau gosto, imagina então O PRÓPRIO BIGODINHO DE HITLER no meio de sua película pecaminosa!
Nisso ele apresenta o Red Skull, o equivalente nazista do Capitão América e obviamente o vilão do filme.

7 minutos e meio de filme, e não apareceu um par de peitos sequer. A essa altura, quando aparecem dois homens juntos na tela, tenho medo.
Mas não há desespero, porque na cena seguinte o Capitão América acorda e está cercado de enfermeiras estereotípicas de filmes pornôs. Agora sim!

As meninas começam prontamente a lambiscar sua estrovenga, enquanto Nick Fury entra sorrateiramente no quarto e explica que deu as meninas de presente pra ele.

E foi dada a largada! A enfermeira loira sai de cena para levar pirocadas do Nick Fury, e o Capitão tem que se contentar com as duas que sobraram.
As enfermeiras põe rapidamente em prática seu conhecimento sobre anatomia — enfurnam a patriótica pemba do Capitão na goela. Sem seguida uma das enfermeiras vai tirando a roupa, enquanto a outra permanece em sua posição boquetística e começa a fazer barulhos similares àqueles de um cachorro engasgado.
Não demora muito e o capitão enfia sua joreba na buça de uma das meninas, enquanto a outra monta em seu rosto com habilidade. O trio fode com uma agressividade da qual me faz falta, porque da última vez que comi a patroa com essa intensidade a cama bateu tanto na parede que os vizinhos reclamaram e recebemos uma humilhante carta do síndico.
A trepada é tão enfática que em determinado momento que uma das meninas começa até a piar. Nunca vi isso antes na vida. Nesse momento noto também que nenhuma das duas é particularmente bonita.
A cena continua por mais alguns minutos, até que o Capitão esporra vários litros de semen na vagina de uma das enfermeiras (que a outra prontamente lambe)

Nisso vemos Nick Fury e sua loirinha (que é bastante bonita até). Beijinho aqui, beijinho ali, já já a menina está pelada e polindo a piromba do Nick com a parte de dentro da bochecha. O vergalho do rapaz só não é maior que as tetas da enfermeira, tão perfeitamente circulares que parecem ter sido desenhados com um compasso.
Nick enfia a trosoba no canal uterino da menina. "Nossa, que apertadinho!", ele mente para ela. Noto neste momento que o catramalho do cara é cartunescamente grande, com as veias em relevo e tudo. Poucos momentos mais tarde a enfermeira posiciona-se perante o canhão de esperma e toma um gozada na cara.
A cena em seguinte é de um cowboy estranho — e obviamente vilão — falando com uma morena tatuada. Ei, que surpresa curiosa — a morena é a brasileira Juelz Ventura!

A cena é uma paródia que zoa com o cenário político americano. Me importo mais com as políticas tributárias do Zimbábue do que com esta centa.
Nisso o Red Skull aparece, provando meu preconceito em relação ao cowboy. O plano dos dois é transformar a morena brasileira numa super vilã. Blá blá blá, você sabe pra onde isso está indo.

Primeiro, os beijinhos apaixonados de um casal de adolescentes no cio. Massagem na piromba, depois massagem bucal na piromba.

A menina se deita naquela maca ali, e finalmente vejo um cu brasileiro numa desses filmes de super heróis! Rola adentro, rola afora, e a cena se conclui com uma esporrada com volumes amazonicos na cara da beldade brasileira.

Na cena seguinte, nossos amigos Capitão América e Tara Lynn Foxx. O Capitão quer ir procurar conhecidos que ainda não tenham batido as botas, e a Tara explica que morreu geral e que ele só desperdiçará a passagem de ônibus. O Capitas que mandar tudo às favas, mas aí a menina fala pra ele que seu pior inimigo, o Red Skull, ainda está por aí redskullizando geral.
Na cena seguinte vemos a brasileira e uma outra menina qualquer no que parece ser um quarto de motel com tema vulcânico

A mulher de preto é uma paródia da Sarah Pallin, aquela MILF americana que tentou ser vice-presidente há alguns anos. Não entendi exatamente de onde a mulher surgiu no filme, mas isso não importa porque a cena dela dura só uns 3 minutos mesmo. Nem uma lambidinha xanística aconteceu nessa tomada.
Na cena seguinte vemos o doutor Bruce Banner (o Hulk, lembra?) e uma morena que até então não tinha aparecido no filme.

Levando em consideração o diálogo e o fato de que eu sou um nerd de HQs, concluo que a menina é a Betty Ross, a namoradinha do Hulk. Devo apontar que estou realmente surpreso que o roteirista tenha mantido os diálogos originais dos quadrin…
Opa, ela começou a chupar a piroca do cara ruidosamente. Banner enfia a rola até bater na goela da menina, que mostra-se habilidosa na arte de enguruçar estrojembas. Banner em seguida dá algumas lambidas na vagina e ânus da menina (talvez a passagem pelo cu não tenha sido programada) e já vai metendo a jereba nela.
A garota, sentada em cima do cientista, dá umas sambadas na piroca do Banner (será que é brasileira também?!). Mais algumas estocadas e o cientista já está pronto pra espermizar o piercing na língua da garota. Foi uma cena curtinha.

Na cena seguinte vemos toda a trupe reunida (incluindo o escudo obviamente de plástico do Capitão América). Rolam mais algumas referências ao cenário político americano, e eles discutem a necessidade de fazer um filme sobre o Capitão América. Sério.
A fantasia do Capitão América faz mais barulho quando ele se mexe do que as meninas do filme quando lambem as diversas pirocas.
Tá vendo aquele cenário ali atrás? Então, o uso da tela verde se torna ainda mais óbvio quando aparece ali um helicóptero computadorizado atirando nos heróis. A morena toma um balaço, o Banner se desespera, a cena termina.

Voltamos ao motel vulcânico, onde o Red Skull e a Sarah Pallin se encontram. A menina fica peladinha e vamos que vamos.
A garota se ajoelha, engole a piromba do vilão e faz algo impensável — dá tapas na piroca do cara enquanto ela ainda está na sua boca. Após chupar o cara fazendo barulhos característicos de alguém que está tomando uma sopa chupando o líquido da colher, o Red Skull enfia a vara na menina.
Noto neste momento que ela tem uma marquinha de bikini, o que não é característico de gringas. Quantas brasileiras estão nesse filme afinal de contas?!
Outra cena curta: rapidinho a Sarah começa a punhetar o cara com as duas mãos e toma um banho de porra.

Retornamos aos heróis, novamente naquela sala que foi metralhada pelo helicóptero (mas que parece magicamente sem nenhum dano, até as vidraças já foram consertadas). Mais piadinhas sobre política americana.
Eu poderia descrever o quão ridicula a próxima cena é, ou eu poderia te mostrar um screenshot. Qual você prefere?

Chegamos ao combate final — que por motivos orçamentários acontece no que parece ser uma oficina clandestina de desmanche de carros roubados. Lá o Capitão e a Tara Lynn Foxx encontram o Red Skull e aquela brasileira lá.
Por algum motivo inexplicável o Capitão América rejeita a proteção dos carros e prefere confrontar o Red Skull pulando por cima deles (apesar do fato de que o vilão tem uma metranca).

As meninas se atracam enquanto o Capitão detona o Red Skull, mas a brasileira vence a Tara e está pronta a estourar os miolos dela com uma pistola. O Capitão joga o escudo na menina e com isso DEGOLA a vilã. O Red Skull se aproveita disso pra dar no pé.
O Capitão e a Tara voltam aquela sala de conferências lá (sempre filmada de ângulos diferentes, imagino que pra parecer que é outro cenário).

O Capitão e a Tara começam a se pegar nervosamente ali na mesa mesmo. Depois, a menina se ajoelha no chão em cima do escudo do Capitão e abocanha sua patriótica jeba. Poucos momentos depois disso os dois estão de volta em cima da mesa, fornicando alucinadamente de modo que o móvel não parece ter sido projetado para aguentar.
O Capitão termina ejaculando na epiglote da Tara. Infelizmente não rolou nem um cuzinho.
E é o fim do filme. Quer dizer, tem mais umas duas cenas rápidas com mais algumas piadinhas sobre política americana mas ninguém liga pra essas.
No geral gostei do filme, mas faltou menage e cuzinho. Pelo menos tem uma brasileira, né?
Dou três punhetas de cinco.