A Devil Films deve ter feito uma bela grana com o This Isn’t Twilight – talvez até mais que o filme original? Deve haver mais punheteiro do que menina de 14 anos nesse mundo -, porque outro dia eu estava lá passeando pelas estantes da minha loja quando avistei esta pérola:

É isso aí meu amigo, temos agora uma continuação para a saga erótica iniciada pelo This Isn’t Twilight, a paródia pornossexual de Crepúsculo, aquele filme que sua priminha de 12 anos se amarra e sua mulher te obrigou a assistir. Se o Lua Nova original apenas sugere que o triângulo amoroso envolve um cadáver e um lobisomen, em This Isn’t New Moon e necrofilia/zoofilia são explícitas. Sensacional.

Ou essa pobre garota tem um caso particularmente suculento de hemorróidas, ou o universo de This Isn't Twilight/New Moon não segue as regras canônicas sobre como transformar alguém em vampiros.
Enfim.
Aluguei o filme para resenhar aqui pra você, na esperança de que algumas perguntas do primeiro filme fossem respondidas. Por exemplo – a xavasca da “Bella” se recuperou do castigo peniano que ela recebeu do “Edward” no primeiro filme? Teria ela corrido o risco de engravidar com o sêmen vampírico? Seria este um daqueles filmes de fetiche bizarro com mulher grávida? Pior ainda, mulher grávida de vampiro!? Não foi assim que o Blade nasceu?
Joguei o DVD no drive do computador e preparei-me. Não quero revelar como sou capaz de redigir uma resenha inteira com apenas uma mão (é um segredo comercial muito valioso), mas afirmo que requer muita prática, concentração, e principalmente mira. Esse teclado é novinho, quero esperar pelo menos a primeira mancha de café antes de começar a estraga-lo de verdade.

O filme abre com o vampiro Edward (ou melhor, a sósia menos parecida com ele que puderam encontrar. Não sei nem se é o mesmo ator da primeira paródia) e seu par romântico Bella. Novamente me decepciono com o fato de que a Bella pornográfica tem peitos menos volumosos que a Bella hollywoodiana. Obviamente, como há um número maior de penetrações anais neste filme do que no original – ouço falar que Crepúsculo não tem nenhum! -, a gente pode relevar esta falha.
Edward explica pra Bella que ele não pode ficar próximo dela pois isso a coloca em constante risco (de pegar DSTs?). Com voz chorosa, Bella tenta futilmente convencer o vampiro a ficar por ali mais um pouco. Determinado, Edward – sério, esse cara é o mesmo ator do primeiro filme? Além de todos os ânus e vaginas, foderam a continuidade também? – bate o pé no chão e deixa a menina largada nesse bosque aí, chorando.

A cena então muda pra um quarto escuro, onde estão uma mulher e dois rapazes. Os dentes postiços de plástico que ela usa deixam explícito que a menina é uma vampirinha.
E vampira de certa influência. Na cena a seguir, ela tenta convencer dois outros vampiros a respeito de um terceiro que está chegando na cidade. “Ele é forte”, diz a menina vampira, assobiando involuntariamente por causa dos dentes postiços, “mas está muito apegado ao humano dele. E isso nós coloca em perigo, porque ele pode nos revelar ao mundo.”

Veja o rosto do Vampiro 1. Ou ele está precisando ir ao banheiro urgentemente, ou a informação que a menina acabou de revelar é de fato muito preocupante. A vampira, elevando a voz, diz que eles precisam estar preparados pra quando o tal vampiro misterioso chegar na cidade. E que pra isso ela precisará da ajuda deles dois.
É a deixa. A mulé troca de lugar com o cara da foto acima, sentando na poltrona e levantando a saia, revelando uma calcinha preta de rendas e incontáveis estrias que a menina da maquiagem não foi capaz de esconder. Vampiros 1 e 2 se posicionam agilmente aos lados da garota – um bolinando sua perseguida, o outro enfiando a piroca na cara da coitada. Em um determinado momento a glande do Vampiro 2 bate bem no dente postiço, entortando o apetrecho na boca da menina. Ela o ajeita com a língua disfarçadamente.
Os três se pegam nervosamente pelos próximos minutos – Vampiro 1 dando um banho de língua nas partes baixas da menina, e ela dando uma massagem no membro ereto do Vampiro 2, enquanto este aperta o pescoço dela com as duas mãos. O tempo todo uma dúvida pairava na minha cabeça – eles vão cortar a cena pra que ela remova os dentes postiços e sugue o rapaz com mais capacidade, ou vai com dente de plástico e tudo?
Entanto Vampiro 1 continua lambendo a buceta da garota como quem toma uma sopa – com todos os ruídos característicos -, o Vampiro 2 cutuca a bochecha da menina com sua piroca mais uma vez. E novamente, os dentes postiços entortam na boca da garota. Sem perder tempo pra conserta-los, a garota abocanha a volumosa rola do Vampiro 2. É bastante visível o momento em que a pontinha do dente raspa contra a cabeça do pau do companheiro de cena, e há um corte súbito.
“Isso deve ter doído mais que topada do dedo mindinho do pé na quina da cama”, pensei.
A cena em seguida revela que o cara deve ter concordado comigo, porque a vampira perdeu os dentes postiços (gosto de imaginar que eles voaram graças a um tapa raivoso do ator).

Sem os dentes postiços pra atrapalhar a cena, a vampira põe a mão na massa – ou melhor, a boca nas glandes. Alternando entre chupar Vampiro 1 e Vampiro 2, ela explica que “precisa da ajuda dos dois”. Nenhuma amiga jamais me pediu esse tipo de ajuda, mas tudo bem.
Com coordenação motora invejável ela batia a piroca de um nas amígdalas, e masturbava o outro. O revezamento era tão rápido e o boquete tão molhado que em um determinado momento, uma ponte de cuspe se estabeleceu de uma piroca à outra. De acordo com o livro de regras, isso os tornou oficialmente gays.
Vampiro 2 perde a paciência e toma o lugar da menina no sofá. A garota expõe seu protesto sentando na jereba veiosa do rapaz, escondendo-a rapidamente. Vampiro 1, que não é bobo nem nada, põe as duas mãos na nuca da garota e enfia até os ovos na goela dela. E nisso o trio vai se roçando e gemendo em concerto ao som característico de saco batendo na perna.
Uma vez que Vampiro 1 cansa de coçar o esôfago da menina com seu órgão reprodutor, ele pede licença ao Vampiro 2. Este se apruma na poltrona, permitindo ao Vampiro 1 acesso livre ao ânus da menina. Sem sequer a cortesia de uma cospida lubrificante, Vampiro 1 atola seu mastruço no esfíncter da garota. Calculo que, devido o tamanho avantajado, a ponta do pênis deveria estar batendo no fígado da coitada.
Pouco tempo depois disso a menina se coloca na posição final, de joelhos, flanqueada dos dois lados pelos Vampiros 1 e 2. E tome leite na boca, olho, nariz e até mesmo atrás da orelha.
Mas o mistério não foi elucidado. Quem seria o vampiro misterioso? Vamos esperar que o próximo episódio da saga responda essa pergunta.

