
Valderrama, amigo de Higuita. Com essa chapinha ficou pegável, não?!
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Nosso destemido herói, José Rene Higuita - goleiro colombiano, naturalizado boliviano, filho de uma marroquina com um espanador de penas de ganso, sacou sua AK-47 mas, instantaneamente percebeu que uma revolução proclamada pelo presidente Zacarias não iria a lugar nenhum. Desligou a TV, colocou um LP do Tiririca pra rodar na sua vitrola portátil com som surround stereo e ficou a observar, por duas horas e 36 minutos, o pé de marmelo plantado no seu quintal. Depois disso, tomou um copo de leite e foi dormir.
Higuita descia a toda velocidade uma ladeira, com um patinete lilás, quando percebeu que logo atrás de si vinha, correndo, um anão pelado com um abacaxi pendurado no pescoço. No momento em que o anão iria agarrá-lo pela panturrilha da sua perna torta, Higuita acordou. Tudo não passara de um pesadelo. Um pesadelo que mudaria sua vida…
Assim que acordou na manhã seguinte, Higuita foi buscar uma explicação para seu pesadelo muito louco. Dirigiu-se, então, à taróloga-parapsicóloga-espiritualista e cozinheira de vatapá, Mãe Dinéia, famosa por ter sido campeã mundial em Paris em 2005. Mãe Dinéia, então, disse a ele:
- Ô, zifio. Esse pesadelo significa que suncê tem que escrevê um livro. Um livro que vai guiar multidões..
- Tipo o quê? O doce veneno do escorpião?
- Não. Nada de sacanagem.
- Hmm.. Tudo sobre blowjobs?
- Nade de sacanagem, pow!
- Pôô, sua velha carcomida, dá uma dica aí!!
- ¬¬
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Que livro seria esse? Para saber, acompanhe os próximos eletrizantes capítulos de Revolução dos goleiros bolivianos, papagaios e afins…













































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