Fonte: TerraTudo começa com uma pegada mais forte, uma mordida na orelha, um puxão de cabelo e, no auge dos amassos, vem um inocente “tapinha”. Na primeira vez pode parecer estranho, mas se for aceita entre o casal pode se transformar em uma prática bem gostosa.
Cena batida em filmes pornô, o famoso “tapinha não dói” é assunto nas rodinhas de bar, nos divãs dos psicólogos, e praticado em quatro paredes até pelas que passam por “puritanas” socialmente.
“Sexualmente as pessoas têm muita fantasia. Se não for violenta, não vejo nada de mal. Cada casal sabe a medida certa”, acredita a psicóloga e especialista de relacionamentos Eliete de Medeiros, que em seu consultório ouve as mais interessantes histórias sobre o assunto. leia mais
Eu achei interessante essa matéria, só não sei porque colocaram a foto do Jeremias apanhando da mulher.















































